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Quando um gesto abre o abismo: por que acreditamos nos personagens
A psicologia dos personagens funciona porque o cinema organiza desejo, conflito e defesa em imagens que respiram: quando um gesto falha, quando o silêncio pesa, quando o olhar foge, reconhecemos o inconsciente em cena — e é aí que a crença nasce.
Espelhos escuros: quando o cinema psicológico nos lê de volta
O cinema psicológico nos prende porque desloca o susto para dentro: mais do que monstros externos, vemos a maquinaria da mente em cena, e é nesse atrito — entre imagem, desejo e falta — que a identificação acontece.
Ler cinema com o corpo inteiro: símbolos, desejo e o prazer da interpretação
Interpretar filmes é deslocar o olhar daquilo que a trama diz para aquilo que a imagem faz: uma prática que combina psicanálise e cinema, leitura de metáforas cinematográficas e uma escuta do espectador, onde o herói e o inconsciente caminham juntos.
O que os personagens escondem: um guia de leitura psicanalítica
Se você quer entender o que move um protagonista angustiado, por que um antagonista desliza pela sombra com tanta naturalidade ou como cenas de ruptura emocional revelam o que a trama não diz, a aposta é clara: a psicanálise e cinema formam uma lente potente para análise de personagens, permitindo l
Quando o símbolo fala mais alto: o cinema na língua do inconsciente
Narrativas simbólicas funcionam como atalhos para a psique: em psicanálise e cinema, os signos visuais e sonoros atravessam a trama e tocam afetos no cinema que o diálogo não dá conta.
Quando o filme cutuca o que você não sabia que sentia
Logo: filmes mexem com a gente porque falam com camadas que não controlamos — a montagem, o som, os enquadramentos e as metáforas cinematográficas atravessam a razão e tocam o inconsciente; é aí que psicanálise e cinema se encontram para revelar afetos reprimidos, desejos ambivalentes e traumas em f