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Do sintoma ao símbolo: como leio arcos de personagem no cinema
Arcos de personagem importam porque condensam desejo, conflito e repetição numa trajetória que vai do sintoma à simbolização: em psicanálise e cinema, é aí que a história encontra corpo e o espectador se vê espelhado.
Heróis em tela, sombras em nós: por que seguimos quem enfrenta monstros
O herói nos fisga porque encena, com imagens e afetos, um trabalho psíquico que todos precisamos fazer: confrontar a sombra, metabolizar culpa e dar forma a medos que o inconsciente insiste em dramatizar.
A tela como espelho psíquico: lendo filmes com o inconsciente
Ler filmes com um olhar psicanalítico não é decorar jargões, é escutar imagens: na psicanálise e cinema, a obra fala pelos vazios, pelos silêncios, pelos cortes — e pelos afetos em trânsito entre tela e espectador.
Portaria MEC 2026: Reescrita do Roteiro Psicanalítico
Analisamos a importância da nova nomenclatura "Estudos Teóricos Psicanalíticos e Sociais" e sua relação com a formação psicanalítica, refletindo sobre a ética e a profundidade necessária na prática clínica.
Interpretar filmes: quando a tela vira divã
Interpretar filmes: quando a tela vira divã — psicanálise e cinema andam juntas porque a imagem mobiliza afetos, memória e desejo; a interpretação de filmes é um modo de escutar, com o olhar, aquilo que a narrativa não diz em palavras: os sintomas de um tempo, os arcos de personagem e as metáforas c
Antagonistas e a Sombra: quando o vilão veste o nosso inconsciente
Antagonistas e a Sombra: quando o vilão veste o nosso inconsciente — psicanálise e cinema se encontram justamente aí, onde odiamos o outro para não ver o que nos habita.